domingo, 14 de fevereiro de 2016

Reality show e os benefícios que ele trás a nação.

Eu vou perder o meu tempo assistindo um programa que incita a discórdia, a futilidade, intrigas, inveja, ciúme, contenda, fofoca; onde o único móvel das pessoas é o dinheiro. Que não vai acrescentar absolutamente nada em minha vida, que ao contrário, vai me induzir a sentimentos viz e energias de baixo padrão. E ainda estarei contribuindo com a já multimilionária rede Globo, e financiando um grupo de pessoas fúteis e alienadas, que estão comprometidas única e exclusivamente com seus propósitos individualistas.
Se é para assistir baixaria pela televisão,  dentro de casa, eu vou a feira.
Se é para falar mal da vida alheia, eu levo um papo com a fofoqueira da rua.
Em vez de um reality show de coisas bizarras, como é esse Big brother, a Rede Globo poderia fazer um outro com personalidades famosas, onde cada participante teria que arrecadar valores/matetial para ajudar a pessoas menos favorecidas. Aquele que levantasse a maior quantidade, seria o campeão. Mas isso não faria tanto dinheiro, como o Big brother o faz.
Oferecer milhões de reais para a criatura que causar mais discórdia, fizer mais intrigas, incitar a intolerancia, isso sim, rende milhões.
Quem sabe se fosse um programa que discutisse formas de se coibir a proliferação do virus zica; ou algo que exaltasse a imagem do nosso país lá fora. Mas isso não traria rendimentos àquela emissora.

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